Há alguns anos atrás, mas exatamente no final da
década de 90, esta notícia caiu como uma bomba quando uma matéria veiculada em
notíciario nacional anunciava que as ÁGUAS QUENTES (TERMAIS) estaria chegando
ao fim. Mas num contexto geral, esta matéria serviu de alerta para mostrar que
as águas termais, utilizadas de forma indiscriminada, poderia chegar ao fim.
Engenheiros, Especialistas, Empresários e Políticos
na época, prepararam estudos para rebater esta matéria sobre o lençol termal. A
partir desse momento começou um novo pensamento sobre Caldas Novas, e levou a
criar-se um Plano Estratégico para cuidar das águas. Vários estudos na época
foram criados e assim, viu-se a necessidade de parar o ato de furar os poços
sem um registro e sem se comunicar as autoridades competentes.
Neste momento atual, olhado por um contexto no que
tange ao Turismo, quando Caldas Novas que completou recentemente Cem Anos, é
fundamental um profundo debate sobre a forma atual de exploração do turismo na
cidade e na região das águas quentes.
O crescimento da cidade, o constante avanço das
construções, o número de pessoas que chegam todos os anos na cidade, a maneira
em que os investimentos tem acontecido e a forma em que a Infraestrutura e os
seus investimentos tem ocorrido na cidade tem que ser levado em conta.
Haverá saneamento básico suficiente para atender a
demanda do município, e infraestrutura e
seus investimento tem dado conta do recado? Numa cidade que cresce como Caldas
Novas, nenhum investimento em Infra-estrutura e em Saneamento Básico pode
alcançar o seu crescimento. Sozinho um administrador não dá conta de tudo.
Depende também de toda população se conscientizar e agir de forma correta.
Depende dos empresários, dos comerciantes e de toda cadeia produtiva do
turismo. É importante que este assunto seja levado em conta...
Cristiano
Luiz de Jesus
Editor Chefe do Jornal Independente Goiás.
Editor Chefe do Jornal Independente Goiás.

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