sexta-feira, 4 de novembro de 2016

CRÔNICA - UM TAL ESTUDANTE DO SÉCULO XXI...

Uma certa manhã, quando acordei, estava em um tempo de imagens insólitas, e imaginei que estava em um tempo mágico e o mundo estava todo diferente. Parece que eu tinha dormido e acordado em outra era, ou em outra dimensão. Era a imagem de um brilho diferente; era como se eu tivesse viajado em uma máquina de sonhos e o tempo transformasse meus pensamentos.

Era o brilho de um tempo que as pessoas não imaginava que a educação fosse ultrapassada e o tempo que ficou na história, passava de uma mera lembrança. Os estudantes tinham o respeito de seus governantes e todos que entravam na escola, contavam com vagas, quando saiam das universidades, para mostrarem suas capacidades.

A Inteligência estava acima de qualquer fator...

A vida era sem doenças, pois os cientistas estavam capacitados a descobrir as curas para estas, pois o governo dava incentivo para que as investigações pudessem acontecer livremente e não havia nenhum problema de censura. O mundo falava o que pensava, pois as pessoas não eram inconsequentes.

A vida era vivida como um sonho de verão, ou como aquele amor de primavera que fica permanente em, nossas memórias.

sabe-se que este fato que conto com uma ficção, não é apenas um sonho. Pode ser que seja apenas uma utopia, mas a vida deve ser vivida com sonhos e sentimentos renovadores, com mensagens que tragam a visão de novas e futuras realizações.

Quem sabe, dando asas para a imaginação, pois sem estas asas, tantos homens não teriam conquistado o espaço e a ciência como ocorreu neste século que passou, e como se espera que ocorra neste tempo que está apenas nascendo, cheguemos a algum lugar.

Quem sabe, sejamos como a imagem de tantos que passaram, que se foram, e suas idéias permanceram. Mudaram o mundo e a imaginação.

Fizeram de seus sonhos, uma nova tentativa para um recomeço. Persistiram, sem desisitir, mesmo que o mundo fosse um sonho distante, que ficou no passado, mas que apareceu no futuro, como o sonho de quem acredita que possa vencer.

Esta é a imagem de um estudante que, nada mais é que a virtude de quem está em todo o momento tentando provar sua capacidade, para simplesmente ser uma semente em um universo cheio de armadilhas e desafios. A tentativa do novo, do que está por vir.

A imagem do velho na história, escrito em português, para descrever a geografia, em um exrcício matemático, na prova da física, que não prova a arte de se aprender a falar Inglês... O medo de encontrar a química de um tal professor que ainda tenta aprender com a constante troca dos alunos que saem por medo de descobrir suas capacidades. (Crônica Publicada dia 8 de fevereiro de 2010) 


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